terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Porque não votar em Bolsonaro: quando a psicologia explica a política

Em psicologia existe uma coisa chamada projeção. Esta teoria se deve a Freud e daí ser chamada de "Projeção Freudiana".

Freud definia que a pessoa projeta seus pensamentos, motivações e sentimentos indesejáveis em outra pessoa.

Para Peter Gay, a projeção é a expulsão destes sentimentos obscenos ao se atribuir a outrem estas obscenidades.

Então é fácil culpar alguém pelas nossas falhas e, principalmente se projetar em outro aquilo que você é e não admite nem sob tortura.

Voltamos à política.

Voto é imagem do eleitor no espelho. Como se dá o voto? O eleitor olha no espelho e vê seu próprio reflexo. Analisa qual candidato mais se parece com ele e quais são os pontos básicos que o candidato defende.

Ninguém vota em candidato que não se pareça com o próprio eleitor. Se isto não fosse verdade teríamos o "votocídio": votar em alguém que não me representa.
Portanto, quando o eleitor olha no espelho, analisa o candidato, observa o que ele defende, verifica o que ele já fez e faz, e, decide por votar e defender o candidato, o eleitor está votando na própria imagem do eleitor.

Isto independe de formação escolar, de nível econômico, de gênero. Basta ser eleitor. É instintivo, como se fosse uma luta pela sobrevivência: eu voto em quem me representa.

E, para finalizar, Bolsonaro é:
1. Racista,
2. Homofóbico,
3. Misógeno,
4. Incentivador de estupro,
5. Defende que a mulher tem que ganhar menos que os homens,
6. Defende a tortura,
7. Defende que não houve ditadura,
8. Votou contra os trabalhadores o tempo todo, inclusive votou favorável à Reforma Trabalhista que nos levou à níveis de 1900.
9. Votou a favor do congelamento do orçamento da educação, saúde e segurança por 20 anos e,
10. Mantém a família mamando no Estado e se enricou na política.

Este é o espelho. 

Pedro Aparecido de Souza
09 de janeiro de 2018




domingo, 28 de maio de 2017

Quando a gente não sabe, a solução é a humildade


Quando a gente não sabe, a gente lê sobre o que não sabe.
Quando a gente não sabe, a gente pergunta para quem sabe.
Quando a gente não sabe, a gente pergunta para quem experimentou.
Quando a gente não sabe a gente pergunta para a pessoa simples sem banco escolar, e para os especialistas.
Quando a gente não sabe, a gente lê uns dez textos com pensamentos diferentes.
Quando a gente não sabe, a gente pergunta umas dez vezes para dez pessoas diferentes.
Aí a gente pode dar opinião sobre o que não sabia.
Antes disto é melhor não falar e nem escrever.
A solução, sempre, estará na humildade, reconhecendo a nossa própria ignorância.
Já para tomar decisões, aplique o mesmo remédio com doses elevadas ao cubo.

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

A vidraça sagrada


Cadeia para todos os vândalos!


Vandalismo não!

Vandalismo, não!


Alguns fatos que comprovam isto:

Retirar direitos trabalhistas e retirar direitos previdenciários;

Corrupção de bilhões da JBS;

Corrupção de bilhões da Odebrecht;

Corrupção da maioria dos políticos;

Milhares de mortes nas filas dos hospitais;

Milhares de futuros mortos nas escolas públicas aos pedaços;

Chega de vandalismo!

Também sou contra quebra de vidraças.

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